18 Julho 2008

Revista da Biblioteca Nacional indica obra sobre captação de água em Cuiabá


O livro Água de Beber no Espaço Urbano de Cuiabá (1790 -1886), de Neila Maria Souza Barreto, está nas recomendações da Revista da História da Biblioteca Nacional do mês de julho deste ano.


Publicada pela Carlini & Caniato Editorial, a obra retrata a história da captação e utilização da água na Capital de Mato Grosso. Filipe Monteiro, assistente de pesquisa da revista, recomenda a obra principalmente em tempo de discussões sobre a escassez dos recursos naturais.


Segundo Monteiro, a autora Neila Barreto apresenta fontes documentais inéditas que revelam as políticas públicas utilizadas na época para o abastecimento de uma cidade inteira.


"As fontes utilizadas fazem referência a um passado em que a água, ao contrário de hoje, era o único elemento democrático em uma sociedade apartada, saciando a sede de escravos, de brancos pobres e de representantes da elite", ressalta Monteiro em sua nota, na sessão de livros da revista.


Filipe também recomenda a obra às gerações futuras por apresentar uma época em não havia qualquer restrição quanto ao consumo e, por isso, inspirava obras como chafarizes, fontes, bicas que se espalhavam pela cidade.


A Revista da História da Biblioteca Nacional é mensal e está em seu terceiro ano. Ela traz em seu conteúdo reportagens sobre livros e fatos históricos; aborda temas como educação e ainda tem agenda e dicas sobre o que esta acontecendo no mundo literário brasileiro.A obra pode ser adquirida ao custo de R$ 25.



ou pelo telefone (65) 3023-5415

Assessoria/MidiaNews

27 Abril 2008

Para voce meditar meu amor por ti

Amor:
Li isto e me lembrei de voce
te amo


Esteja de bem consigo.
Esteja de bem com a vida!
Não tenha olhos para as coisas banais, erradas, melancólicas.
Veja em cada pequeno detalhe uma grandiosidade, uma beleza única.

Vale a pena a vida!

faça esse espetáculo maravilhoso entrar pela retina dos seus olhos.
Sinta-se bem e reflita nos sorrisos esse sentimento.
Mentalize o desejo da eterna alegria
e abra as comportas do coração para ela entrar.
Deixe que as ondas da felicidade levem sua nave
pelas ondas calmas e serenas da
sua vida.
Descarte as falhas que possa ter cometido hoje.
Reordene seus objetivos.
Prepare-se para superlativos amanhã, para elevar seu astral, para estar melhor consigo e
com todos.
Ponha o corpo em harmonia e dê um passo à frente;

o que ficou para trás já é passado!

Fonte:
"Esteja de bem consigo...
Livro: 'Pequenas Lições de Sabeadoria'
Autor: Inácio Dantas

História do Brasil animada: a chegada da Família Real

Celebram-se agora os 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa no Brasil, em fuga, sob proteção inglesa, da ameaça napoleônica.
Os bastidores deste evento histórico são narrados, com muito humor e ricos detalhes, na série de interprogramas Dom João no Brasil, que o Canal Futura exibe em intervalos da sua programação.
A série, com 12 episódios de curta-duração, se baseia no livro de história em quadrinhos "Dom João Carioca - a Corte no Brasil", da historiadora Lilia M. Schwarcz e do desenhista Spacca.
Cinco episódios estão disponíveis online. Para vê-los é preciso que o Windows Media Player esteja instalado no computador.
Clique nos links abaixo

Nos Tempos de Bonaparte
Ir ou não ir? Eis a questão
Homens ao Mar
Vem cá, meu Rei
Olha a Corte aí, gente!

07 Abril 2008

Na italia


Meu irmão Marco Antonio e sua esposa Janete na Itália na região da Costa Amalfitana, cidade de Positano


22 Março 2008

G1 traz dicas para economizar água em casa

Consumo médio diário de água no país é de 200 litros por pessoa. ONU aponta consumo de 180 litros como suficiente ao ser humano
Nos grandes centros urbanos do país e cidades com mais de 120 mil habitantes, o consumo de água pode chegar a 320 litros por dia, por pessoa. Os números, divulgados pela H2C - Consultoria e Planejamento de Uso Racional da Água, apontam para dados alarmantes lembrados neste sábado (22), o Dia Internacional da Água.
Segundo o engenheiro Paulo Rogério Costa, consultor e especialista em programas de racionalização de consumo de água, o pior exemplo é a cidade de Brasília, que, no período de um dia, chega a registrar um consumo de mil litros de água por pessoa.
Segundo referência da Organização Mundial de Saúde (OMS), o ser humano precisaria de apenas 40 litros por dia. Mesmo pelo parâmetro da Organização das Nações Unidas (ONU), o consumo de uma pessoa deveria ser de 180 litros por dia. Então nossos números são absurdos”, destaca.
Ainda de acordo com Costa, a média de consumo do brasileiro é de 200 litros de água por dia. E essa redução não resulta de campanhas de conscientização nem de investimentos públicos no setor, mas de falta de acesso à água. “Para cada R$ 100 milhões gastos em saneamento básico, são economizados R$ 300 milhões na área da saúde. Não é possível que ninguém enxergue isso”, diz.
Consumida em excesso, até água pode matar
Substância é fiel da balança no equilíbrio de trocas das células vivas. Em dose exagerada, ela pode romper membranas celulares e inutilizar o cérebro.
Morrer por ingestão excessiva de água não tem nada de sobrenatural. Literalmente qualquer substância, se absorvida em excesso pelo organismo, pode ser fatal. Como dizia o médico renascentista Paracelso (1493-1541), a diferença entre veneno e remédio é apenas a dose. O termo médico usado hoje para designar isso é “dose letal” – normalmente considerada a dose necessária para matar 50% das pessoas submetidas a ela.
A água é um exemplo clássico. Essencial para o funcionamento de todos os organismos vivos e do corpo humano, no qual é a substância mais abundante (cerca de 70% do nosso peso), ela está misturada a uma série de componentes no sangue. Desses, alguns dos mais importantes são os íons (átomos eletricamente carregados) de sódio e potássio.
Presentes numa proporção que é mantida mais ou menos fixa por mecanismos reguladores, os íons ajudam a controlar a entrada e saída de substâncias da célula. O excesso de água no organismo, se não for eliminado pela urina ou pela transpiração, por exemplo, destrói esse equilíbrio. Os íons ficam muito mais dissolvidos do que o normal, e isso força as células a absorver mais água do que deveriam. Elas inflam e podem simplesmente estourar, como um balão cheio de líquido. Nesses casos, a morte normalmente é causada por um equilíbrio desse tipo que afeta o sistema nervoso central, principalmente o cérebro.
Os sintomas iniciais de que um envenenamento por água incluem tontura, vômitos e dor de cabeça. Mais tarde acontecem edemas cerebrais, coma e finalmente a morte.
Qual a dose necessária para causar um problema desses?
A chave é o consumo rápido e ininterrupto. Dois ou três litros podem ser suficientes nesse caso, especialmente se a vítima não tiver a chance de urinar e se livrar do excesso de água. Maratonistas e soldados em marcha forçada são as principais vítimas do fenômeno, e por isso recomenda-se que eles bebam água equilibrada com quantidades adequadas de íons. A susceptibilidade, porém, como em qualquer outro problema de saúde, varia de pessoa para pessoa.

Água: 39% é desperdiçada antes de chegar ao consumidor

Levantamento realizado pelo Ministério das Cidades aponta que antes mesmo de chegar ao consumidor, 39,8% da água produzida é desperdiçada. E isso acontece, entre outros fatores, devido à idade e ao estado precário da tubulação urbana.
"Seria necessária a substituição de todo o sistema em São Paulo, mas é uma obra cara e que renderia poucos votos", disse o técnico em geologia do Centro de Pesquisa de Águas Subterrâneas da USP, Fernando Augusto Saraiva.

Já nas residências, o banheiro é o responsável por 63% do consumo, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). Para reduzir pela metade esse gasto, é necessário substituir torneiras, chuveiros e sanitários por itens que diminuam a saída de água.

A bacia sanitária e o chuveiro consomem juntos mais da metade de toda a água gasta em uma residência. Segundo o Programa de Uso Racional da Água (Pura), promovido pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo(Sabesp), a troca de uma torneira convencional por uma com restritor de vazão, que diminuiu a saída de água, reduz em até 70% o consumo.

Um acordo entre a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e as empresas fabricantes de itens sanitários como vasos e torneiras em 2003 prevê que todos os vasos produzidos a partir desta data tenham o dispositivo economizador de água. No entanto, apenas as residências recém construídas ou reformadas optam pelos equipamentos mais modernos.

A Sabesp estimula a troca de vasos, torneiras, chuveiros, mas não prevê nenhum incentivo financeiro a quem adere à iniciativa. Com isso, a adesão dos usuários residenciais acaba sendo baixa. Por mês, apenas três condomínios procuram o Programa de Uso Racional da Água (Pura), promovido pela Sabesp, para se adequar a uma redução no consumo.

Consultor em programas de uso racional da água, o engenheiro Paulo Costa afirma que a falta de uma política de racionalização do consumo reflete a pouca pressão que a sociedade exerce quando o assunto é economia de recursos hídricos. "O poder público só se mexe quando a sociedade cobra atitudes concretas, como um incentivo direto à economia de água", afirmou.

ProgramasProgramas de incentivo à troca de equipamentos hidráulicos domésticos foram aplicados com sucesso em cidades como Nova York, onde 1,3 mil bacias economizadoras foram instaladas, disse o consultor. "A prefeitura pagou uma soma em dinheiro para cada sanitário convencional comprovadamente substituído por um com bacia economizadora", afirmou Costa. Um sanitário convencional gasta, de acordo com ele, de 12 a 15 l de água a cada acionamento. Um equipamento dos novos, metade disso: 6 l. Resultado: bairros como o Harlem reduziram em 50% o consumo doméstico.

Segundo a Sabesp, um dos casos de maior sucesso em São Paulo é o da escola Estadual Fernão Dias Paes, na zona oeste da capital paulista, que reduziu em 94% o consumo de água. Antes da aplicação no Pura, gastava R$ 37.440 por mês em água. Hoje, a conta é de R$ 2.250.

Redação Terra

Estudo: 70% das águas de rios estão contaminadas

A poluição tornou 70% das águas de rios, lagos e lagoas do Brasil impróprias para o consumo. É o que aponta relatório editado pela organização não-governamental (ONG) Defensoria da Água, ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A pesquisa, que traz dados do período 2004-2008, envolveu 423 pesquisadores, 830 monitores de campo e cerca de 1,5 mil voluntários, que identificaram 20.760 áreas de contaminação em todo o País.

Em relação à primeira edição do documento, divulgada em 2004, a contaminação das águas superficiais cresceu 280%. "Nesse ritmo, se nada for feito, nos próximos quatro anos 90% das águas estarão impróprias para o contato humano, sendo que atualmente mais de 70% já é imprópria para o consumo", diz o texto.

As principais causas da contaminação são atribuídas principalmente ao agronegócio e à atividade industrial. "Há uma falta generalizada de controle e de fiscalização da geração, da destinação e do tratamento de resíduos, sejam eles urbanos, de saúde ou residenciais", avalia o secretário-geral da Defensoria da Água, Leonardo Morelli.

De acordo com o relatório da ONG, a mineração, a produção de suco de laranja e de derivados da cana-de-açúcar são "destaques negativos" pelos problemas ambientais provocados pelo descarte inadequado de resíduos industriais e pelas conseqüências sociais ligadas aos empreendimentos, como exploração de mão-de-obra e avanço sobre áreas indígenas.

O documento critica ainda a "euforia" com a produção de biodiesel, o que, segundo a ONG, demonstra "uma tendência para a economia agrícola, com empresas petrolíferas altamente contaminadoras apropriando-se indevidamente do discurso do uso de elementos naturais que na verdade mascaram as tentativas de sobrevida dos combustíveis fósseis".

O lançamento de esgotos diretamente nos rios e a exposição de resíduos em lixões também são apontadas como causas do crescimento contínuo da poluição das águas, principalmente em áreas urbanas.
"A existência de lixões continua sendo uma realidade irrefutável em mais de 4,7 mil municípios sendo que a deposição de resíduos sem controle ou proteção continua ocorrendo nas margens de cursos de água e proximidades de nascentes", relata o texto.

Um agravante, segundo a ONG, é que menos de 3% dos lixões se enquadram na categoria de "aterros controlados", por exemplo. Além disso, o País conta com cerca de 20 aterros devidamente licenciados e com capacidade para receber lixo hospitalar infectante.

De acordo com o relatório, as 20.760 áreas de contaminação mapeadas pelos pesquisadores afetam diretamente cinco milhões de pessoas, além de outras 15 milhões de vítimas de impactos indiretos.
Agência Brasil